Showing posts with label Boaventura de Sousa Santos. Show all posts
Showing posts with label Boaventura de Sousa Santos. Show all posts

May 9, 2016

Political Report # 1140 Brazilian Senate to Vote on President Rousseff's Impeachment




Important interview with LAP Editor Boaventura de Sousa Santos, 
 The Real News Network



Prof. Boaventura de Sousa Santos looks at why Rousseff's impeachment is a highly political process and not a legal one and how this "legislative coup" can be compared to others in recent Latin American history







Original article can be found at:
http://therealnews.com/t2/index.php?option=com_content&task=view&id=31&Itemid=74&jumival=16220

January 4, 2016

Political Report #1105, Agotados, modelos de gobiernos progresistas. Por Blanche Petrich, La Jornada



Retroceso en Argentina, Venezuela, Brasil, Ecuador y Bolivia. Aunque impulsaron cambios económicos, no fueron profundos. No hubo ruptura con el neoliberalismo. Así explica el catedrático Boaventura de Sousa Santos la fatiga de las acciones impulsadas por algunos gobiernos sudamericanos. Foto Cristina Rodríguez


Por Blanche Petrich, La Jornada 
A Boaventura de Sousa Santos, estudioso de los procesos sociales y políticos de Latinoamérica, le preocupa la incertidumbre que se cierne sobre nuestra región, ahora que el ciclo de gobiernos progresistas que impulsaron un profundo cambio en Sudamérica la década anterior entra en crisis. "Sí -afirma-, hay claros signos de agotamiento del modelo. Argentina y Brasil lo demuestran claramente."

September 18, 2015

Political Report # 1079 Como vai a esquerda pelo mundo? Está em avanço ou em retrocesso? By Boaventura de Sousa Santos

BSS: O mundo é demasiado vasto para que possamos ter uma ideia global de como vai a esquerda, até porque em muitas regiões do mundo as clivagens sociais e políticas são definidas em dicotomias distintas da dicotomia esquerda/direita. Por exemplo, secular/religioso, cristão/ muçulmano, hindu/muçulmano, branco/negro, etnicamente X/etnicamente Y. Na medida em que a dicotomia está presente, a definição dos seus termos é, em parte, contextual. Nos EUA o partido democrático é um partido de esquerda mas na Europa ou América Latina seria considerado um partido de direita. O partido comunista chinês é de esquerda? Com estas cautelas, há que começar por perguntar: o que é a esquerda? À escala do mundo só é possível uma resposta minimalista. Esquerda é toda a posição política que promove todos (ou a grande maioria dos) seguintes objetivos: luta contra a desigualdade e a discriminação sociais, por via de uma articulação virtuosa entre o valor da liberdade e o valor da igualdade; defesa forte do pluralismo, tanto nos midia como na economia, na educação e na cultura; democratização do Estado por via de valores republicanos, participação cidadã e independência das instituições, em especial, do sistema judicial; luta pela memória e pela reparação dos que sofreram (e sofrem) formas violentas de opressão; defesa de uma conceção forte de opinião pública, que expresse de modo equilibrado a diversidade de opiniões; defesa da soberania nacional e da soberania nacional de outros países; resolução pacífica dos conflitos internos e internacionais.

July 29, 2015

Political Report # 1063 by LAP Editor Boaventura de Sousa Santos - Tests Fatales




                                   Por Boaventura de Sousa Santos, LAP Editor
 
Europa se ha convertido en un laboratorio del futuro. Lo que en él se experimenta debe causar preocupación a cualquier demócrata y, más aún, a cualquier persona de izquierda. Dos experiencias se están desarrollando en ambiente de laboratorio, es decir, supuestamente controlado. La primera es un test de estrés a la democracia. La hipótesis que orienta el test es la siguiente: la deliberación democrática de un país fuerte puede superponerse antidemocráticamente a la deliberación democrática de un país débil sin alterar la normalidad de la vida política europea. Las condiciones para el éxito de esta experiencia son tres: controlar la opinión pública de modo que los intereses nacionales del país más fuerte se conviertan en el interés común de la zona del euro; disponer de un conjunto de instituciones no electas (Eurogrupo, BCE, FMI, Comisión Europea) capaces de neutralizar y castigar cualquier deliberación democrática que desobedezca el diktat del país dominante; y demonizar al país más débil de manera que no suscite ninguna simpatía entre los electores del resto de países europeos, sobre todo entre los votantes de los países candidatos a desobedecer.